Sobre a gestão tutelar, a escassez e a hipocrisia do «controlo comunitário»
Em que se transforma o «controlo da comunidade» quando o recurso passa a ser escasso?
As Notas de Lu Heng
Quem deu às instituições que mantêm os registos da internet o poder de a governar? Estas Notas seguem essa pergunta, de analogias do quotidiano até uma arquitetura diferente para a rede.
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Em que se transforma o «controlo da comunidade» quando o recurso passa a ser escasso?
Porque deixou a descentralização na camada de registo de ser opcional?
Porquê descrever o sistema tal como é, em vez de fazer campanha por uma solução?
Porque é que deter endereços diretamente concentra o risco associado à entidade de registo, em vez de o eliminar?
Como transformam a auditoria e a aprovação prévia um mercado numa fila de racionamento?
Quem paga uma «transição» sem fim?
O que acontece quando quem governa um sistema não o possui nem suporta os seus riscos?
Porque é que a uma rede eficiente não interessa minimamente quem é cada um?
Que retorno teria uma migração de oferecer para que as redes em funcionamento a adotassem?
Porque não substituíram vinte anos de promoção do IPv6 o IPv4 na economia real?
Porque não serve um livro de endereços como instrumento de punição?
Se a eficiência faz avançar a civilização, o que resta para a vida humana?