A ponte onde a América do Sul se une à América do Norte
O drone subiu, e a ponte surgiu à vista, um arco de aço sobre a água.

O drone subiu, e a ponte surgiu à vista, um arco de aço sobre a água. Lá embaixo, o rio estava calmo, sua superfície de um azul-esverdeado profundo. O ar era fresco, com um leve toque de umidade. A ponte, feita de vigas metálicas e curvas, estendia-se de uma margem à outra, com carros passando por ela como pequenas contas.
A quietude pairava no ar. Além da ponte, ilhas de verde exuberante pontilhavam a água, com árvores densas e escuras. Ao longe, montanhas se erguiam, envoltas em névoa. Lá de cima, a cena parecia um quebra-cabeça — a natureza e uma estrutura feita pelo ser humano se encaixando. O mundo se resumia à linha firme da ponte, à superfície lisa do rio e ao toque suave do ar.
A ponte, como uma história, conecta dois lados. Assim como as estradas ligam lugares, essa ponte liga terras, unindo o que está separado. Depois que o drone desceu, a ponte continuou firme. Aquela combinação exata de aço e água? Era o registro de um instante, preservado aqui.
Na exposição Obra 129 de 363
O mundo que construímos
Águas onde se trabalha
Antes de explicarmos o mundo
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